Viva – A vida é uma festa


Mais uma vezinha vou falar de filme por aqui, haha, mas filme é coisa boa, então acho que ninguém enjoa assim tão fácil. Eu sou doida por animações, e fui ver o filme “Viva – a vida é uma festa” título que vai entrar em cartaz no Brasil, aqui na Espanha se chama “Coco”.

Vou tentar dar o menos de spoiller possível porque o lançamento no Brasil é só dia 18 de janeiro do ano que vem! Só adianto que vale muuuuito a pena ir assistir esse filme e se encantar com o Miguel, a mama Coco, o Hector e todos os personagens, que são demais.

Além de ser uma animação, a história se passa no México, na época do “Dia dos mortos”, que é o dia de Finados no Brasil.

 

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Para quem conhece um pouquinho da cultura Mexicana, sabe que o “Dia dos mortos” no México é quase como um carnaval no Brasil, isso mesmo, eles tem a tradição de enfeitar as casas e as ruas, se fantasiam de caveiras, fazem altares com as fotos dos seus entes queridos, e ali colocam as comidas e pertences preferidos daqueles que já se foram.

A forma como toda tradição é mostrada encanta quem assiste, os personagens levam expressões fortes, e retratam as dificuldades do povo mexicano, que mesmo tendo carência de muitas coisas, não deixam de homenagear aqueles que fazem parte da família, mas que já não estão mais no “mundo dos vivos”

O filme revela como toda esta cerimônia é planejada pelas família, traz uma fotografia linda e colorida como o México pede, e nos coloca a pensar de forma leve sobre a vida após a morte e como lidamos com isso.

Outra coisa que achei muito boa foi a trilha sonora, mesmo sendo um filme infantil, pelo menos na versão espanhola, utilizaram músicas verdadeira, e não canções tipo musical, que geralmente aparecem nas animações.

Vou deixar o trailler para vocês ficarem com água na boca!

 

Ps.: um spoillerzinho, até a Frida Kahlo aparece no “mundo dos mortos”, é muito amor por esse filme!

 

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Camila Amaral

Sobre Camila Amaral

Não tenho uma história bonita pra contar, de que comecei a escrever poesia com nove anos, ou que respiro porque escrevo. Sempre gostei muito de ler, e sempre gostei muito de contar histórias, mas escrever, escrever mesmo, só se tornou recorrente quando me prontifiquei a materializar esse projeto, que hoje é meu, mas também é das minhas amigas, que tanto insistiram e me fizeram prometer que ele existiria. Mas vejo, nesse pouco tempo, que comecei a passar minhas ideias e histórias para o papel, como isso tem me feito bem, e tem me ajudado nessa busca diária de me tornar um ser humano melhor, mais cheia de alma, e mais cheia de calma, percebo como isso tem me feito enxergar o que antes não via, e observar o comportamento das pessoas infinitas vezes mais que antes. Meus escritos sempre tem muito de mim, mas também tem muito do que eu observo, ouço, aprecio e absorvo por aí, um pouco fruto da realidade, um tanto fruto da imaginação. Designer de Moda por formação, sempre pronta pra me reinventar e começar de novo, graças a Deus ideias e sonhos não tem prazo de validade, e nem limite de utilização. Sou privilegiada pelas muitas “famílias” que tenho e que ganhei ao longo dos meus vinte e poucos, me sinto especial quando percebo o tanto de gente incrível me rodeia, e são esses seres mágicos, os lugares, os cheiros, gostos, os sabores, as dores, e as alegrias, os sonhos e as realizações, o dia-a-dia e o excepcional que me inspiram e servem como fonte infinita para escrever e contar pra vocês um pouquinho de como eu enxergo esse mundão.

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