Será que mancha?


         Será que mancha? É a primeira pergunta que fazemos quando derrubamos algo na roupa, ou na toalha… Geralmente alguém mais velho tem a reposta, o que nos leva a crer que já mancharam alguma coisa com o que acabamos de derrubar, por isso conseguem responder, ou ainda conhecem alguém que já manchou.

          Tem coisas que mancham pra sempre, e tem manchas que são possíveis eliminar, com álcool, vinagre, detergente, limão… macumba, promessa, oração, cada mancha tem a sua solução, o que des-mancha uma coisa, às vezes mancha outra, por isso, melhor perguntar pra quem conseguiu des-manchar (ou não) algo.

            E um amor não correspondido, será que mancha? Essa é daquelas manchas difíceis de tirar, tem que pôr o coração a quarar, deixa no sol, uma hora a mancha sai.

        Falsa amizade, certeza que mancha, e não tem álcool capaz de eliminar essa danada, amor verdadeiro mancha, mas mancha parelho, nem se percebe que é mancha, a saudade também mancha, mas essas se tira com carinho e abraços sinceros.

             Agora existem aquelas coisas que depois de manchadas, perdem seu valor, perdem sua beleza, não tem concerto nem vanish que tire, são aquelas que mancham a alma, que estarão lá para sempre, então temos que ter cuidado, pois nossas palavras podem manchar almas e estas podem nunca mais se recuperarem destas manchas.

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Camila Amaral

Sobre Camila Amaral

Não tenho uma história bonita pra contar, de que comecei a escrever poesia com nove anos, ou que respiro porque escrevo. Sempre gostei muito de ler, e sempre gostei muito de contar histórias, mas escrever, escrever mesmo, só se tornou recorrente quando me prontifiquei a materializar esse projeto, que hoje é meu, mas também é das minhas amigas, que tanto insistiram e me fizeram prometer que ele existiria. Mas vejo, nesse pouco tempo, que comecei a passar minhas ideias e histórias para o papel, como isso tem me feito bem, e tem me ajudado nessa busca diária de me tornar um ser humano melhor, mais cheia de alma, e mais cheia de calma, percebo como isso tem me feito enxergar o que antes não via, e observar o comportamento das pessoas infinitas vezes mais que antes. Meus escritos sempre tem muito de mim, mas também tem muito do que eu observo, ouço, aprecio e absorvo por aí, um pouco fruto da realidade, um tanto fruto da imaginação. Designer de Moda por formação, sempre pronta pra me reinventar e começar de novo, graças a Deus ideias e sonhos não tem prazo de validade, e nem limite de utilização. Sou privilegiada pelas muitas “famílias” que tenho e que ganhei ao longo dos meus vinte e poucos, me sinto especial quando percebo o tanto de gente incrível me rodeia, e são esses seres mágicos, os lugares, os cheiros, gostos, os sabores, as dores, e as alegrias, os sonhos e as realizações, o dia-a-dia e o excepcional que me inspiram e servem como fonte infinita para escrever e contar pra vocês um pouquinho de como eu enxergo esse mundão.

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