Portugal #Lisboa 2


  

        Oiii povooo, quinta chegou e nós chegamos na capital desse pequeno-grande país, bora conhecer um pouquinho de Lisboa. Um spoiler desse lugar já no comecinho do texto, é lindo demaaaaaiiissss!!!

       Estive em Lisboa durante o feriado de Páscoa, então já adianto que não consegui entrar em muitos lugares, a quantidade de gente era impressionante, muitos turistas, na rua se ouvia francês, espanhol, alemão e línguas que não identifiquei, hehe.

      O Mosteiro dos Jerónimos foi o primeiro destino e um dos quais não consegui entrar, a fila era gigantesca, e depois fiquei sabendo que os funcionários dos museus e monumentos de todo o país estavam em greve, por isso alguns poucos que estavam trabalhando, outro motivo das grandes filas também. Mas tirei fotinho na frente porque sou dessas, haha.

      Em 1983, a UNESCO classificou o Mosteiro como “Patrimônio Cultural da Humanidade”, a construção datada de 1496, serviu para abrigar os monges da Ordem de S. Jerónimo, por isso hoje é conhecido por Mosteiro dos Jerónimos, mas seu nome original era Mosteiro de Sta. Maria de Belém.

      Depois foi a vez da Torre de Belém, claro, realmente ela é linda, é história ao vivo e a cores. A Torre foi construída no final do sec. XV, com o objetivo de fortalecer a defesa do estuário do Tejo, que nada mais é que o complexo de margens, animais e o próprio rio Tejo, sendo assim seu maior objetivo o de ser a 1ª defesa da barra do rio.

      E não estava na Índia, mas tinham muuuuiiitos Tuc-tucs por lá, de todos os tipos, levando e trazendo pessoas para todos os cantos da cidade.

       Para seguir o passeio fomos para o Parque das Nações, e de lá não conseguimos mais sair, por isso também não fui em mais lugares, mas o Parque realmente merecia o tempo gasto com ele. O Parque nada mais é do que um projeto de requalificação urbanística que foi realizado por aproximadamente 5km, na beira do Tejo e em torno da Doca dos Olivais.

     É simplesmente lindo, tudo planejado, com construções modernas, prédios exuberantes, e uma estrutura espetacular, eu fiquei apaixonada. Para poder ver todo Parque melhor, o teleférico é o que mais indico, a vista é mágica.

      As antigas Docas, que serviam de base para hidroaviões, agora abrigam uma variedade de charmosos restaurantes, difícil é escolher um para experimentar. Acabei escolhendo o Irish & CO e comi um fish and chips, não estava muiiito bom, mas o chope compensava!

    Estando lá, foi impossível não lembrar da música dos meus conterrâneos gaúchos, Vira virou foi uma música que ouvi muito na minha infância, e estando em Lisboa o trecho ecoava pela cabeça…

“Quero ver o passaredo
Pelos portos de Lisboa
Voa, voa, que eu chego já”

Para finalizar o passeio, fui no lugar mais maravilhoso que conheci nos últimos tempos, o Oceanário de Lisboa, mas este merece um post só pra ele, pois eu virei criança deslumbrada lá dentro, é simplesmente demais (#apaixonada).

     E completando minha experiência com essa cidade linda, acho que cabe uma reflexão, Lisboa é a cidade com maior número de habitantes de Portugal, e ela tem um pouco mais de 500 mil, nas pesquisas sobre este país que tem sido tão inspirador, fica a realidade de que o país todo tem em torno de 10 milhões de pessoas, o que é menos do que a cidade de São Paulo no Brasil. Criticamos nosso país, mas a veracidade geográfica e populacional prova que teremos que trabalhar muito e escolher as pessoas certas para tomar a frente.

     O Brasil é lindo, imenso, porém é uma grande selva de culturas e costumes, o que torna difícil de organizar e abre essas brechas gigantescas para a corrupção e acaba por calar aqueles que se dispõem a tentar traçar uma mudança, por isso só o que eu desejo é que sejamos “gigantes pela (nossa) própria natureza” e tenhamos força para mudar a dura realidade que assola nosso país hoje.

      Que fique claro, este não é um posicionamento político, só um pensamento que me ocorre enquanto escrevo este post, e que achei dever compartilhar com vocês. Espero aqueles comentários, críticas e sugestões de sempre!

Beijos

Camila Amaral

 

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Camila Amaral

Sobre Camila Amaral

Não tenho uma história bonita pra contar, de que comecei a escrever poesia com nove anos, ou que respiro porque escrevo. Sempre gostei muito de ler, e sempre gostei muito de contar histórias, mas escrever, escrever mesmo, só se tornou recorrente quando me prontifiquei a materializar esse projeto, que hoje é meu, mas também é das minhas amigas, que tanto insistiram e me fizeram prometer que ele existiria. Mas vejo, nesse pouco tempo, que comecei a passar minhas ideias e histórias para o papel, como isso tem me feito bem, e tem me ajudado nessa busca diária de me tornar um ser humano melhor, mais cheia de alma, e mais cheia de calma, percebo como isso tem me feito enxergar o que antes não via, e observar o comportamento das pessoas infinitas vezes mais que antes. Meus escritos sempre tem muito de mim, mas também tem muito do que eu observo, ouço, aprecio e absorvo por aí, um pouco fruto da realidade, um tanto fruto da imaginação. Designer de Moda por formação, sempre pronta pra me reinventar e começar de novo, graças a Deus ideias e sonhos não tem prazo de validade, e nem limite de utilização. Sou privilegiada pelas muitas “famílias” que tenho e que ganhei ao longo dos meus vinte e poucos, me sinto especial quando percebo o tanto de gente incrível me rodeia, e são esses seres mágicos, os lugares, os cheiros, gostos, os sabores, as dores, e as alegrias, os sonhos e as realizações, o dia-a-dia e o excepcional que me inspiram e servem como fonte infinita para escrever e contar pra vocês um pouquinho de como eu enxergo esse mundão.


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