m/i/mo – Museu da imagem em movimento


       Oii meu povoooo, mais uma quinta e hoje não temos uma cidade nova, mas sim um Museu novo, isso mesmo, pois além de conhecer cidades, esta categoria é um espaço para conhecer lugares, e o m/i/mo é um lugar que vale muito a pena conhecer.

       O Museu da imagem em movimento – m/i/mo é um lugar onde a imaginação ganha vida, situado no coração do Concelho de Leiria, o m/i/mo reinventa as diversas formas de construir uma imagem e te leva a testar todas elas, uma experiência e tanto.

        O m/i/mo nasceu em 1996, em comemoração aos 100 anos de cinema em Portugal, e o grande objetivo é preservar todas as ferramentas e técnicas relacionadas a imagem em movimento, como vamos ver, é uma tarefa realizada com êxito, pois o museu nos faz viajar no tempo, e proporciona um pouquinho da evolução das técnicas de imagem que foram usadas com o passar do tempo.

       No dia em que visitei o Museu, era a semana da Festa dos Museus, por isso não paguei nada para entrar e ainda participei de uma apresentação de curtas-metragem que estavam sendo apresentados em uma das salas.

     A visita depois se estendeu por uma série de espaços que vão contando histórias e permitindo a interação com essa fantástica ferramenta que é a imagem em movimento. A sala Fascínio do olhar, guarda as mais antigas técnicas, e nos faz passear pelo tempo com imagens antigas e atuais de vários lugares do mundo.

       Também se experiencia as técnicas de 2D e 3D nas suas formas primárias, assim como outras bastante peculiares, é incrível como os meios de conseguir movimento eram tão “precários” e conseguiam efeitos tão belos, uma obra de arte com certeza

       Também passeei pela sala Oficina do olhar, muito mais moderna, e com possibilidades que me fizeram virar criança e querer ver tudo! Diversão pura!

       Então é isso gente, espero que tenham gostado deste passeio pelo m/i/mo e suas várias facetas!

Beijos

Camila Amaral

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Camila Amaral

Sobre Camila Amaral

Não tenho uma história bonita pra contar, de que comecei a escrever poesia com nove anos, ou que respiro porque escrevo. Sempre gostei muito de ler, e sempre gostei muito de contar histórias, mas escrever, escrever mesmo, só se tornou recorrente quando me prontifiquei a materializar esse projeto, que hoje é meu, mas também é das minhas amigas, que tanto insistiram e me fizeram prometer que ele existiria. Mas vejo, nesse pouco tempo, que comecei a passar minhas ideias e histórias para o papel, como isso tem me feito bem, e tem me ajudado nessa busca diária de me tornar um ser humano melhor, mais cheia de alma, e mais cheia de calma, percebo como isso tem me feito enxergar o que antes não via, e observar o comportamento das pessoas infinitas vezes mais que antes. Meus escritos sempre tem muito de mim, mas também tem muito do que eu observo, ouço, aprecio e absorvo por aí, um pouco fruto da realidade, um tanto fruto da imaginação. Designer de Moda por formação, sempre pronta pra me reinventar e começar de novo, graças a Deus ideias e sonhos não tem prazo de validade, e nem limite de utilização. Sou privilegiada pelas muitas “famílias” que tenho e que ganhei ao longo dos meus vinte e poucos, me sinto especial quando percebo o tanto de gente incrível me rodeia, e são esses seres mágicos, os lugares, os cheiros, gostos, os sabores, as dores, e as alegrias, os sonhos e as realizações, o dia-a-dia e o excepcional que me inspiram e servem como fonte infinita para escrever e contar pra vocês um pouquinho de como eu enxergo esse mundão.

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